Advertisement
Advertisement
Atualmente, cerca de 35 milhões de brasileiros têm 60 anos ou mais, o que representa aproximadamente 17% da população, de acordo com as pesquisas mais recentes. Diante desse cenário, ganha ainda mais importância a adoção de soluções que contribuam para a autonomia e qualidade de vida dos idosos dentro de casa, especialmente daqueles que moram sozinhos. Nesse contexto, a iluminação desempenha um papel fundamental, pois pode favorecer a realização das atividades cotidianas, facilitar a circulação pelos ambientes e proporcionar mais conforto visual. Pensando nisso, a Yamamura reúne dicas para tornar a rotina dentro de casa mais agradável e segura. Confira!
Atenção desde o projeto
O projeto luminotécnico deve prever níveis adequados de iluminação, com o uso de peças que ofereçam bom fluxo luminoso. Outra alternativa são os modelos dimerizáveis, que permitem ajustar a intensidade da luz de forma gradual. Também é importante contar com um número maior de pontos de luz, distribuídos de maneira estratégica pelos espaços. Quanto mais bem planejada for essa distribuição, melhor será a visualização dos caminhos e das áreas de circulação, contribuindo para reduzir o risco de quedas e outros acidentes.
Modelos de luminárias
Falando em peças de iluminação, abajures ou luminárias de mesa, arandelas, pequenos pendentes e luminárias de piso são boas opções para diferentes espaços da casa, inclusive próximos a camas, sofás e mesas laterais. Além de complementar a iluminação dos ambientes, esses modelos oferecem apoio visual para diversas atividades do dia a dia. Já as lâmpadas com bulbo leitoso ou difusor ajudam a suavizar a luz e a reduzir o ofuscamento.
Para quem não pode realizar uma reforma no momento, uma solução é adotar mais luminárias de mesa e de piso (que são ligadas diretamente na tomada e ajudam a reforçar a iluminação). Outra medida possível é trocar lâmpadas antigas por outras mais potentes.
Escolha da luz
Para criar uma atmosfera mais aconchegante em áreas como salas, varandas e dormitórios, uma das opções é utilizar a temperatura de cor branco quente (entre 2700K e 3000K). No entanto, com o passar dos anos, o cristalino dos olhos sofre alterações naturais e tende a filtrar mais os tons azulados, o que pode influenciar a percepção das cores. Por isso, temperaturas entre 3000K, de aspecto mais quente, e 4000K, mais neutro, também podem ser boas opções.
Em ambientes como cozinhas, lavanderias e banheiros, é importante contar com uma iluminação uniforme e bem distribuída. Para esses ambientes, temperaturas de cor entre 3000K e 4000K podem ser utilizadas de acordo com a atividade e as necessidades de cada pessoa.
Além da iluminação geral, pontos de luz direcionados para bancadas, pias e outras superfícies podem oferecer um apoio importante para atividades que exigem maior atenção. Na cozinha e na lavanderia, fitas e perfis de LED instalados sob armários ajudam a iluminar diretamente as áreas de trabalho. Já nos banheiros, além da luz geral, vale reforçar a iluminação próxima ao espelho e à bancada, evitando sombras marcadas.
Observação: é importante contar com o acompanhamento de um oftalmologista, que poderá avaliar as condições visuais e as necessidades específicas de cada pessoa.
Corredores, caminhos e escadas
Em corredores, halls, passagens e escadas, o ideal é contar com uma iluminação uniforme e bem distribuída, evitando áreas muito escuras, sombras marcadas e pontos de ofuscamento. Balizadores, arandelas e embutidos de parede ou próximos aos degraus podem ajudar a demarcar o percurso e facilitar a circulação, especialmente durante a noite.
Advertisement
Advertisement
Advertisement
Advertisement

